quinta-feira, 22 de maio de 2008

Le Clown Triste

I feel trapped inside myself
Within all the flaws
My character excels.

I've been unpatient
I've been unkind
But clearly it is I
That am growing uptight.

I feel no one knows me
I am thrilled when they seem to do
But that sensation is ephemeral
For I know now it is not true.

mI

photo: Dress the Clown by MMmeilor

domingo, 18 de maio de 2008

Yôga




Jantar do nosso grupinho. Lugar cativo no coração x)

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Waldeck

Coleeeeeeei xDD que tão demais hehe
Estava a passear e encontrei isto!




E já agora... a queima é um bar de alterne loll xD e viva o sr absinto sem o qual estas noites fariam muito pouco sentido ;)

quinta-feira, 1 de maio de 2008

José González

Ontem fomos ao fantástico concerto do "Zé", para os amigos xP

Foi tão tão bonito x))
A voz do Zé é assim algo de espectacular, apetece-me dizer angelical. Aliás, quando a luz branca pousou apenas sobre ele, parecia realmente que estavamos em presença de um anjo x)
Parece fácil. Ele transmite uma serenidade e uma pureza assim bem verdadeiras, bem especiais. Gosto disso x)

Também aplaudimos Sean Riley & The Slowriders que nos presentearam com uma rockalhada meio country meio sei lá o quê lol que me pareceu bem ;)

Enfim, uma noite memorável, com felizes coincidências à mistura xD

Obrigada *


Heartbeats, José González (esta é a mais conhecida)

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Crosses, José González (esta é das minhas favoritas x) a letra é muuuito bonita ;))

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Oyster Boy

Hoje, depois do belo do almoço na companhia dos meus amores, decidi passear pela baixa.
Dei por mim à porta da fnac, entrei, presenteei-me com um livro (afinal, o dia hoje está tão bonito!).

Trouxe comigo um livro de contos absolutamente fantástico! Escondido num cantinho, lá estava ele: The Melancholy Death of Oyster Boy & Other Stories de Tim Burton.
Li-o de uma assentada só.

Deixo aqui um excerto, por pura crueldade, só mesmo para aguçar a curiosidade ;)


The Melancholy Death of Oyster Boy

«"Really, sweetheart", she said,
"I don't mean to make fun,
but something smells fishy
and I think it's our son."
"I don't like to say this, but it must be said,
you're blaming our son for our problems in bed"
(...)
The doctor diagnosed,
"I can't be quite sure,
but the cause of the problem may also be the cure.
They say oysters improve your sexual powers.
Perhaps eating your son
would help you do it for hours!"»

Como sempre, surreal e macabro. Espectacular.

(Aqui podem ler o conto completo xP afinal não fui má de todo.)

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Reflicto

Hoje foi um dia produtivo.
Pensei bastante em mim, nos outros, na trama em que involuntaria ou voluntariamente estamos envoltos... Tomei decisões.

Hoje peguei no tempo e ganhei coragem para, por palavras, derrubar alguns conceitos há muito findos em mente:

A realidade absoluta não existe e as horas que o tempo nos dá, mais não são do que a projecção de um ritmo que nos é intrínseco.
O tempo também não existe.
(A Manuca e o Siddhartha tinham razão ;))


mI

Photo: Timeless by MMmeilor

sábado, 19 de abril de 2008

Infância

Quando era pequenina ouvia este grande Senhor muitas muitas vezes.

Eram os vinis ao anoitecer e por vezes logo pela manhã, o som a ecoar bem alto, não apenas pela casa, mas também pela nossa alma.

Eram os cantares entre eles, de guitarra em punho e voz bem afinada, entre amigos e amigas que eu não conhecia, que hoje pouco vejo e ainda assim admiro.

O coração cheio. Belos serões passados.


"Que o Amor não me engana", Zeca Afonso